Menina de Brusque com doença rara encontra doador compatível e fará transplante de medula em Curitiba
Menina de Brusque com doença rara encontra doador compatível e fará transplante de medula em Curitiba

Menina de Brusque com doença rara encontra doador compatível e fará transplante de medula em Curitiba

A pequena brusquense Emilie Maria Garcia Cavalheiro, de 2 anos, encontrou um doador compatível para o transplante de medula óssea que aguardava desde o ano passado.

A informação foi confirmada pela família ao jornal O Município na noite deste domingo, 1º. A criança está com os pais em Curitiba (PR), onde deve realizar o procedimento na próxima semana.

O caso mobilizou a comunidade em 2025, quando Emilie, então com 1 ano e 2 meses, foi diagnosticada com neutropenia congênita, uma doença rara que compromete o sistema imunológico e impede o organismo de produzir defesas contra infecções.

Desde então, a família aguardava por um doador compatível para que o transplante pudesse ser realizado.

Moradora do bairro Dom Joaquim, a menina recebeu o diagnóstico no dia 25 de março do ano passado, após apresentar problemas de saúde recorrentes.

Na época, a mãe, Edimara Garcia, explicou que a doença faz com que a criança tenha grande dificuldade para se proteger de vírus e bactérias.

“Para entender melhor, significa uma pessoa da qual o organismo não produz defesa. É uma criança que já nasceu com esse problema grave”, relatou.

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De acordo com a família, Emilie já está em Curitiba, onde passa por acompanhamento médico enquanto se prepara para o transplante, previsto para os próximos dias.

Ainda não há confirmação se ela precisará usar medicamentos contínuos após o procedimento, o que dependerá da evolução clínica depois da cirurgia.

Apesar das incertezas, a notícia da compatibilidade foi recebida com comemoração pelos familiares, que aguardavam pelo doador há quase um ano. O transplante é considerado a principal chance de cura para a criança.

“Recebemos a notícia durante uma consulta médica. É inexplicável o que estamos vivendo. Essa é a cura dela. Estamos muito felizes”, disseram a mãe, Edimara Garcia, e o pai, Ronaldo Adriano Cavalheiro, ao jornal.