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A segunda edição do Festival de Verão movimenta Brusque neste fim de semana, no Centro de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof, o pavilhão da Fenarreco.
A programação que começou na sexta-feira, 6, segue até domingo, 8, com atrações musicais, opções de chope artesanal e gastronomia.
A entrada é gratuita. O evento comercializa um copo personalizado por R$ 10 e não utiliza copos descartáveis.
O público também pode levar seu próprio copo, desde que não seja descartável nem de vidro.
Após a abertura na sexta-feira, o festival continua neste sábado, 7, com atividades desde a manhã.
Os portões foram abertos às 11h, com apresentação do DJ Gilson Machado. À tarde, o público acompanhou o show do cantor country Eduardo Baron, às 14h, e a apresentação do grupo Ciclos 5, às 17h30, com covers de Raimundos, Charlie Brown Jr., Detonautas e CPM 22.
A programação segue na noite deste sábado com foco na música sertaneja. A dupla Junior e Jovane sobe ao palco às 20h30. Em seguida, às 23h, o cantor Joni Lopes encerra as atrações do dia.
No domingo, 8, o Festival de Verão entra em seu último dia. O DJ Gilson Machado abre a programação às 11h. Às 13h30, o Trio Fazzenda se apresenta e, às 17h, a banda NBLA fecha o evento com um show especial em homenagem aos Mamonas Assassinas.
Mais informações estão disponíveis no Instagram oficial do Festival de Verão(@festivaldeveraobq).
A partir desta segunda-feira, 9, estará liberada a faixa da direita da avenida Dom Joaquim, nas proximidades da rotatória da Figueira e do Supermercado Archer, permitindo que os veículos sigam em frente em direção à avenida Getúlio Vargas.
A alteração ocorre após a liberação parcial da avenida Primeiro de Maio e resulta de análises técnicas realizadas pela secretaria de Trânsito e Mobilidade (Setram).
Os levantamentos apontaram sobrecarga na faixa da esquerda da avenida Dom Joaquim, enquanto o fluxo com destino à rua Azambuja apresentou redução. Com isso, a faixa da direita volta a ser uma alternativa para melhor distribuir o tráfego e diminuir filas, sobretudo no trecho entre a região da Figueira e a rua Augusto Bauer.
A decisão considera o comportamento atual do tráfego e a necessidade de ajustes operacionais para melhorar a circulação no corredor.
“Com a redução do volume de veículos que acessam a rua Azambuja, identificamos a possibilidade de reativar a faixa da direita da avenida Dom Joaquim para seguir em frente em direção à avenida Getúlio Vargas”, afirma o secretário interino de Trânsito e Mobilidade, Roberto Carlos Marques.
“A mudança permite distribuir melhor o fluxo e reduzir as filas, especialmente nos horários de maior movimento. Toda a sinalização necessária será ajustada ainda no domingo à noite para que, na segunda-feira pela manhã, os motoristas já encontrem a nova configuração em funcionamento”, completa.
A Secretaria de Trânsito e Mobilidade orienta os condutores a redobrarem a atenção à sinalização horizontal e vertical instalada no local e a respeitarem as indicações durante o período de adaptação.
Bruno Fernando de Paula, encontrado morto dentro de um carro no bairro Guarani, em Brusque, na noite da sexta-feira, 6, será sepultado no cemitério Parque da Saudade, às 9h deste domingo, 8. A informação foi apurada e confirmada pelo jornal O Município.
Ele tinha 32 anos e deixa a esposa e dois filhos. Natural de Londrina (PR), Bruno residia no Guarani e trabalhava como tecelão em Guabiruba.
A Polícia Civil registrou o caso como morte natural, pois não havia indícios de violência. No momento, exames estão sendo realizados para determinar a causa da morte.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 19h45. O veículo estava estacionado na rua Orides Schwartz.
Moradores de Brusque podem receber multa de até R$ 1,5 mil por perturbação causada por som alto. A penalidade passa a valer após a prefeitura e a Polícia Militar integrarem seus sistemas para otimizar os processos de infrações.
O novo procedimento foi divulgado em vídeo nas redes sociais pelo prefeito de Brusque, André Vechi (PL). De acordo com ele, a Polícia Militar atendeu mais de 2,6 mil ocorrências relacionadas à perturbação do sossego alheio em 2025.
“Sabe o que acontecia com toda essa papelada? Demorava, porque era burocrático demais, e toda essa espera fazia com que esse ato prescrevesse e o infrator saísse do processo como se nada tivesse acontecido”, diz.
Segundo Vechi, a integração dos sistemas ocorre a custo zero e busca dar mais dinamismo ao processo, com menos burocracia. Em seguida no vídeo, o comandante da Polícia Militar de Brusque, tenente-coronel Pedro Machado, explica que, a partir de agora, a corporação passa a realizar a fiscalização administrativa relacionada ao som alto.
Após constatar a infração, o policial militar gera a infração administrativa de forma digital, que é automaticamente migrada para o sistema da prefeitura. “Dessa forma, a atuação da Polícia Militar se torna mais eficiente, tendo em vista que o processo administrativo municipal é muito mais rápido e eficaz”, afirma o comandante.
Pedro Machado explica que, caso o morador mantenha o som alto, receberá multa de R$ 500. Se houver reincidência no período de um ano, o valor triplica e chega a R$ 1,5 mil. De acordo com o prefeito, 90% do valor das multas será destinado à corporação, e os 10% restantes à Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema), para fortalecer o Programa de Silêncio Urbano (Psiu).
Uma mãe e a filha, que estavam em uma bicicleta, foram atropeladas por um carro na ciclofaixa no bairro São Luiz, em Brusque, no fim da tarde desta sexta-feira, 6. O Samu e o Corpo de Bombeiros foram acionados e prestaram atendimento à ocorrência.
Segundo apurado no local pela reportagem, a mãe precisou ser imobilizada em uma maca rígida pelo Samu, enquanto a filha não sofreu ferimentos aparentes. Ambas receberam atendimento dos socorristas.
O carro, um T-Cross branco, conduzido por uma mulher, seguia pela rua Felipe Schmidt e, ao convergir para a rua Carlos Gracher, acabou atingindo a bicicleta. A Polícia Militar também esteve no local.
Moradores informaram à reportagem que, próximo ao local, há uma placa indicando uma faixa elevada, mas que a estrutura não existe na rua, e sim uma faixa de pedestres. De acordo com eles, a situação faz com que veículos passem pelo trecho sem reduzir a velocidade.

O Projeto de Lei 709/25 altera o Código Penal para incluir como circunstância agravante da pena a prática de crimes sexuais e contra a vida cometidos por taxistas e por motoristas de aplicativos de transporte. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Segundo o autor, deputado Nelson Barbudo (PL-MT), o projeto constitui uma resposta principalmente aos casos de estupros de passageiros cometidos por motoristas de aplicativo noticiados pela imprensa.
Na avaliação do parlamentar, a relação entre passageiros e motoristas, que deveria ser de confiança, reveste-se de vulnerabilidade, especialmente no caso de mulheres e pessoas idosas.
“A legislação atual não prevê como agravante a condição de o agressor ser motorista de transporte privado, o que reduz a efetividade das punições e não leva em conta a vulnerabilidade da vítima no contexto do crime”, afirma o parlamentar.
Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.

O Projeto de Lei 1587/25, do deputado Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP), prevê que o incentivo do programa Pé de Meia seja recebido também por estudantes do ensino profissionalizante nas modalidades subsequente (curso técnico após o ensino médio) e articulada (curso técnico integrado ao ensino regular).
O programa funciona como uma poupança para estudantes de baixa renda concluírem o ensino médio público. O objetivo é combater a evasão escolar oferecendo pagamentos anuais e mensais que podem totalizar mais de R$ 9 mil ao final de três anos.
A Lei 14.818/24, que instituiu o Pé de Meia, prevê o incentivo para estudantes de baixa renda no ensino médio em escolas públicas ou comunitárias e para estudantes de 19 a 24 anos na educação de jovens e adultos (EJA).
Pela proposta, estudantes na modalidade subsequente receberão o dobro do valor previsto para conclusão do curso (R$ 1 mil por ano de aprovação).
Segundo Rodrigues, a proposta traz um modo acertado de incentivar a busca por cursos técnicos e de reconhecer o esforço pelo mérito desses estudantes.
"Acreditamos que as medidas incentivarão os jovens que concluem o ensino médio, e não ingressam no mercado de trabalho ou no ensino superior, a buscar uma formação profissional técnica que lhes dê melhores chances e condições para entrar no mundo do trabalho", disse.
Próximos passos
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada na Câmara e no Senado.
A família de Edmundo Anacleto Becker se despediu do empresário brusquense, que faleceu aos 85 anos nesta quinta-feira, 5. A filha, Rubiamara Cunha, conta que o pai era “super comunicativo e adorava fazer amigos”.
Ela relata que Edmundo iniciou a carreira como professor de Educação Física e, posteriormente, tornou-se empresário. Muna, como era conhecido entre os amigos, era proprietário da Becker Distribuidora de Materiais de Construção, empresa atuante há 50 anos no mercado.
“Ele adorava jogar futebol e tinha sua turma no Bandeirantes. Estava sempre pensando muito no próximo”, diz.
A reportagem também ouviu Michel Belli, genro de Edmundo há 18 anos. Segundo ele, Muna “cuidava muito bem da família e era muito trabalhador”.
“Sempre alegre e de bem com a vida, nunca reclamou de nada. Era uma pessoa muito carinhosa”, conta.
Nas redes sociais, outros familiares também prestaram homenagens a Edmundo. “Descanse em paz, meu vôzinho lindo. Você cumpriu sua missão aqui na Terra e nos deixou hoje para ir morar com os amigos”, postou a neta Anna Júlia Becker.
Outra neta também se manifestou. “Minhas lembranças suas sempre vão carregar muito carinho e muito amor. O céu está em festa e te esperando”, escreveu Anna Clara Becker.
Muna enfrentava um câncer e deixa cinco filhos, dez netos e dois bisnetos. Ele será sepultado no cemitério Parque da Saudade, às 10h desta sexta-feira, 6.

O Projeto de Lei Complementar 33/25 altera a regulamentação da reforma tributária (Lei Complementar 214/25) para incentivar a participação da agricultura familiar na cadeia produtiva do biodiesel. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
O objetivo principal é garantir benefícios fiscais para empresas de biodiesel que comprem matéria-prima de pequenos produtores rurais (não contribuintes), mantendo a lógica do atual "Selo Biocombustível Social".
O que muda
Pela regra atual da reforma tributária, produtores rurais pequenos (que faturam até R$ 3,6 milhões por ano) são considerados "não contribuintes" do novo sistema. Isso significa que, ao venderem seus produtos para a indústria, eles geram um crédito tributário menor para quem compra do que um grande produtor rural geraria.
Isso cria um risco de mercado, já que as indústrias poderiam preferir comprar de grandes produtores para obter mais créditos fiscais, excluindo a agricultura familiar.
A proposta de autoria do deputado Nilto Tatto (PT-SP) cria duas regras de proteção para corrigir essa distorção:
O deputado argumenta que o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel, criado em 2005, foi um sucesso ao vincular a indústria aos pequenos agricultores, movimentando quase R$ 6 bilhões em 2022 e beneficiando 70 mil famílias. No entanto, segundo ele, a reforma tributária aprovada não contemplou adequadamente esses mecanismos de incentivo.
"É preciso manter o diferencial da agricultura familiar que produza matérias-primas para biodiesel, permitindo que o crédito presumido do produtor rural não contribuinte seja equivalente à alíquota cheia. Isso dará mais atratividade para este agricultor", defendeu Tatto.
O texto também define, para fins tributários, os conceitos de "produtor rural integrado" e "produtor rural pessoa jurídica".
Próximos passos
A proposta será analisada pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à análise do Plenário.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei complementar
Proposta segue em análise na Câmara Leia mais "Projeto ajusta reforma tributária para beneficiar pequeno agricultor que atua na cadeia do biocombustível"Canal TV BRICS
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