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O Campeonato Catarinense 2026 acabou para o Brusque. Neste sábado, 28, o Quadricolor foi derrotado pelo Criciúma por 1 a 0 no jogo único da semifinal da Taça Acesc 70 Anos jogando em casa, na Arena Simon.
O gol da vitória carvoeira foi marcado por Jhonata Robert. Com isso, o Criciúma encara o Camboriú em dois jogos na final da Taça Acesc, que vale uma vaga na Copa do Brasil 2027.
O resultado manteve um tabu incômodo. O Brusque não vence o Criciúma em casa desde 2020 – 3 a 1, pela Série C. Desde então, foram seis encontros com mando quadricolor, com dois empates e quatro vitórias do time carvoeiro.
O técnico Higo Magalhães fez cinco alterações em relação à derrota para a Chapecoense, inclusive mudando o esquema de um 5-3-2 para o 5-2-3. Ryan Santos, suspenso, Bernardo, machucado, Léo Ataíde, Raimar e João Prado deram lugar a Alex Paulino, JP Martins, Ítalo, João Félix e Álvaro. Já o Criciúma de Eduardo Baptista repetiu o mesmo time que iniciou diante do Concórdia.
Desde o início, o Criciúma teve mais a iniciativa e criou duas boas ocasiões logo no início. Aos 7, Eduardo ficou com rebote de cruzamento na entrada da área e tocou para Nicolas, que, em posição duvidosa, tentou encobrir Nogueira e perdeu uma chance incrível, jogando sobre o gol. Dois minutos depois, Marcelo Hermes recebeu ótimo lançamento na esquerda e arriscou chute venenoso, que quase confundiu Nogueira, que mandou de forma esquisita por cima do gol.
O Brusque teve dificuldades para articular jogadas na etapa inicial e pouco assustou o goleiro Alisson. A primeira chance quadricolor apareceu aos 14, quando Gazão limpou bem a marcação na entrada da área e chutou de canhota, com desvio, à esquerda do gol.
Com maior presença ofensiva, o Criciúma seguiu rondando a área quadricolor. Aos 27, após erro de Alex Paulino na saída de bola, Nicolas acionou Hermes, que precisou chutar com o pé direito e pegou fraco, parando em defesa tranquila de Nogueira. Dois minutos depois, após combinação pela direita, Marcinho cruzou e Nicolas apareceu para cabecear no meio da área, sobre o gol.
Na reta final, o Brusque conseguiu diminuir o ímpeto do Criciúma, mas, no geral, o nível do jogo caiu. Aos 38, o Quadricolor conseguiu assustar após cruzamento de Alex Paulino pela direita. Álvaro subiu para cabecear, mas mandou sobre o gol de Alisson.
O goleiro do Criciúma só foi trabalhar aos 45, mas segurou tranquilo uma cobrança de falta lateral de Gazão, que tentou surpreender. O primeiro tempo, pouco inspirado, terminou mesmo zerado.
Para o segundo tempo, o Brusque voltou com o mesmo time, enquanto Eduardo Baptista trocou o atacante Diego Gonçalves pelo ala Willean Lepo no Criciúma.
A etapa final começou com o Criciúma tendo um pouco mais de espaço. Aos 5, após boa arrancada de Lepo, Waguininho recebeu na linha de fundo e cruzou para Jhonata Robert, que cabeceou no canto, mas parou em Nogueira.
Já aos 14, depois de ótima combinação pelo meio, Waguininho recebeu de Eduardo em profundidade e saiu de frente para Nogueira, que abafou e evitou o gol carvoeiro.
O Brusque melhorou após as mudanças dos dois alas: Léo Ataíde e Raimar, que vinham sendo titulares, entraram aos 17.
Pouco depois de entrar, Léo Ataíde recebeu ótima bola atravessada pela direita e cruzou bem para o meio da área, mas ninguém apareceu para completar. No minuto seguinte, JP Martins foi lançado em profundidade em rápida jogada de contra-ataque, mas o goleiro Alisson foi até a intermediária para desarmar.
Já aos 20, Biel recebeu na entrada da área e deu chute colocado, perto do travessão, reanimando a torcida quadricolor na Arena Simon.
No seu melhor momento no jogo, porém, o Brusque acabou sofrendo o gol graças à habilidade do camisa 10 rival. Aos 25, Jhonata Robert recebeu no meio, fez ótima jogada individual driblando dois marcadores e, de frente para o gol, deslocou Nogueira para fazer um lindo gol: 1 a 0 para o Criciúma.
No momento em que o gol saiu, Higo Magalhães tinha dois jogadores prontos para entrar, João Prado e Petterson, que substituíram JP Martins e Clinton.
Precisando de um gol para forçar as penalidades, o Brusque se abriu, dando muito campo para o Criciúma atacar. Aos 30, após lançamento do goleiro, o Tigre achou espaço no meio da defesa e Jhonata Robert recebeu grande passe de Waguininho, mas, desta vez, parou em Nogueira.
Higo Magalhães queimou a última alteração para colocar novamente um terceiro atacante, Luizão, na vaga de Gazão. Aos 39, o Brusque esteve perto do empate. Petterson aproveitou saída errada do Criciúma para roubar a bola no ataque e chutou cruzado de canhota, mas parou em ótima defesa de Alisson.
Na reta final, apesar das tentativas do Brusque, o Criciúma se defendeu bem e assegurou a vaga na decisão.
O jogo de ida da final da Taça Acesc 70 Anos será no Orlando Scarpelli, em Florianópolis, com mando do Camboriú, e a volta no Heriberto Hülse, em Criciúma. Datas e horários ainda serão confirmados.
Já o Brusque vai ficar mais de um mês sem partidas oficiais até o fim de semana de 4 de abril, quando estreia na Série C diante do Caxias, na Arena Simon.
Brusque: Nogueira; Ítalo (Léo Ataíde, min. 18/2ºt), Alisson Cassiano, Milhorim, Alex Paulino, João Félix (Raimar, min. 18/2ºt); Gazão (Luizão, min. 38/2ºt), Biel; JP Martins (João Prado, min. 27/2ºt), Clinton (Petterson, min. 27/2ºt), Álvaro. Técnico: Higo Magalhães
Criciúma: Alisson; Marcinho, Rodrigo, Luciano Castán, Marcelo Hermes; Gui Lobo (Sandry, min. 19/2ºt), Eduardo (Jean Irmer, min. 19/2ºt), Jhonata Robert; Waguininho (Thales, min. 38/2ºt), Diego Gonçalves (Willean Lepo, intervalo), Nicolas (João Carlos, min. 29/2ºt). Técnico: Eduardo Baptista
Gols: 0-1, min. 26/2ºt, Jhonata Robert
Amarelos: Alisson Cassiano (BRU); Nicolas, Gui Lobo, Alisson, Jhonata Robert (CRI)
Arbitragem: Gustavo Ervino Bauermann (CBF), auxiliado por Tomas Braun de Jesus (FCF) e Michel Bavaresco (FCF). VAR com Heber Roberto Lopes e Johnny Barros de Oliveira
Público: 1.587 torcedores
Renda: R$ 43.120
O irmão do jovem de 20 anos que foi baleado no bairro Santa Terezinha, em Brusque, informou à reportagem de O Município que ele já está em casa, em recuperação. Segundo o familiar, o homem passou por uma cirurgia para remover o projétil do corpo.
Até por volta das 15h deste sábado, 28, o autor do disparo ainda não havia sido localizado. À reportagem, a Polícia Militar informou que o suspeito também não foi identificado. “Após o encerramento da ocorrência, a investigação passa a ser conduzida pela Polícia Civil”, informou a corporação.
No local, a vítima relatou aos policiais que o homem esteve anteriormente em frente à sua casa, fazendo ameaças.
Durante a madrugada, ele retornou, chamou o jovem para sair da residência e, quando a vítima se aproximou da porta, efetuou o disparo. O tiro atravessou a porta e atingiu o ombro do jovem.
Uma testemunha que estava na residência confirmou a dinâmica dos fatos. Após o disparo, o autor fugiu do local em um veículo de cor prata. Não foi possível identificar a placa nem o sentido em que seguiu.
A família do motociclista de 61 anos que ficou ferido após um acidente com um carro na rodovia Antônio Heil, em Itajaí, informou à reportagem de O Município que ele sofreu perfuração no pulmão e nenhuma fratura.
Morador do bairro Brilhante II, em Itajaí, ele se recupera no Hospital Marieta Konder Bornhausen. O acidente aconteceu na manhã deste sábado, 28. Inicialmente, o homem havia sido levado ao hospital com suspeita de fratura na perna e no braço direito.
A colisão ocorreu por volta das 8h50, no bairro Brilhante. Os veículos envolvidos eram uma Honda CG Titan e um Volkswagen Taos, conduzido por um homem de 44 anos. Ambos têm placas de Brusque.
A Polícia Militar Rodoviária (PMRv) atendeu à ocorrência. Segundo a corporação, o carro transitava no sentido Brusque-Itajaí quando o motociclista, que estava parado na faixa de desaceleração e aparentava conversar com outro condutor, que também estava no trecho de forma indevida, “cortou a frente” do veículo ao cruzar a rodovia.
O motociclista foi levado ao hospital pelo Corpo de Bombeiros. A moto foi liberada ao enteado dele. O motorista do carro não apresentava sinais de alteração da capacidade psicomotora e foi liberado no local. Não houve testemunhas.
A última rodada do quadrangular do rebaixamento do Campeonato Catarinense 2026 promete. No fechamento da penúltima rodada, nesta sexta-feira, 27, o Figueirense venceu o Joinville por 3 a 0 fora de casa e, assim, vai para o jogo final diante do Carlos Renaux com chances de evitar a queda.
O Figueira bateu o JEC com gols de Kayke, duas vezes, e Arthur Henrique, que levou o terceiro cartão amarelo e não vai enfrentar o Carlos Renaux.
Com isso, Marcílio Dias, Carlos Renaux e Figueirense vão para a última rodada disputando a liderança do quadrangular, que significa a permanência na elite estadual.
Marcílio Dias e Carlos Renaux estão empatados na liderança, com dez pontos, mas o Marinheiro tem vantagem no saldo de gols (+3 contra 0). O Figueirense vem em terceiro, com sete, e saldo +1. O JEC, com três, já está rebaixado.
Para se salvar na rodada final, o Renaux vai precisar ter um melhor resultado diante do Figueirense no Orlando Scarpelli do que o Marcílio Dias contra o Joinville, em Itajaí.
Figueirense x Carlos Renaux e Marcílio Dias x Joinville, na rodada final, ainda não tem datas e horários definidos.
Foi identificado como Eduardo Drews o motorista de 45 anos que morreu em um grave acidente em Gaspar, na tarde desta sexta-feira, 27. Ele estava sozinho em um Mini Cooper e foi decapitado durante a colisão contra um muro.
Ele era filho do ex-prefeito de Pomerode, Henrique Drews Filho, que faleceu em 2010. Eduardo era prestador de serviços do Grupo Lince. Além disso, não era o proprietário do carro. As informações foram divulgadas em nota pelo grupo.
Segundo o comunicado enviado ao jornal O Município, o motorista estava sozinho quando sofreu um provável mal súbito e, com isso, o carro colidiu contra o muro da Associação Recreativa do Grupo Lince (Arel). O veículo pertencia a um dos acionistas do grupo, Leopoldo Schmalz.
“A empresa lamenta profundamente o ocorrido, se solidariza com familiares e amigos e presta todo o apoio necessário à família da vítima”, finaliza a nota.
A colisão aconteceu na rua Doutor Nereu Ramos. Segundo o Corpo de Bombeiros, o motorista dirigia um Mini Cooper quando perdeu o controle do veículo e colidiu violentamente contra um muro. Conforme a equipe, não houve outras vítimas.
Uma câmera de segurança registrou o momento em que o carro atinge o muro em alta velocidade e, na sequência, capota. O veículo quase chegou a colidir com uma motocicleta que também transitava pela via.
De acordo com os bombeiros, a vítima já estava em óbito quando a equipe chegou ao local. Foi realizado o isolamento e a sinalização da área e, após os procedimentos protocolares, a Polícia Científica assumiu a responsabilidade pela remoção do corpo.
Também prestaram apoio à ocorrência equipes da Polícia Militar de Santa Catarina e da Polícia Civil de Santa Catarina.
O jovem Vitor Mines, de 26 anos, será sepultado no cemitério do Águas Claras, às 16h deste sábado, 28. Ele morreu no Hospital Azambuja após ficar dez dias internado em decorrência de um acidente de trânsito.
Ele deixa esposa, uma filha, além de demais familiares e amigos. Vitor residia no bairro Águas Claras.
O acidente aconteceu na noite de 16, por volta das 21h20, na avenida Otto Renaux. Ele conduzia uma motocicleta quando teve a frente cortada por um carro, perdeu o controle da direção e colidiu contra um poste.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou que ele sofreu diversos traumatismos e fraturas.
Durante a retirada do capacete, ele teve uma parada cardiorrespiratória. A equipe conseguiu reanimá-lo e o encaminhou ao hospital. Desde então, Vitor permanecia internado na UTI, em estado considerado grave.
Nas redes sociais, colegas e amigos se despediram de Vitor. “Grande colega de trabalho. Vá em paz, amigo. A pista vai ficar incompleta sem você”, escreveu um deles.
“Vá em paz, irmão. Fará falta aqui. Que Deus conforte o coração de toda a sua família”, disse outro colega.
No último sábado, 22, familiares e amigos realizaram um ato de fé em frente ao Hospital Azambuja após uma missa. Uma cunhada de Vitor também fez uma publicação lamentando a morte do familiar.
“Sua jornada aqui terminou, mas seu legado viverá entre nós para sempre. Você partiu cedo demais. A tua partida está sendo dolorosa para toda a família. Esperávamos que você saísse daquela UTI para um belo churrasco de domingo em família. Está doendo bastante. Você vai fazer muita falta. Te encontraremos no Dia do Senhor. Enquanto isso, ficaremos aqui cuidando das suas filhas. Descanse em paz”.
O Carlos Renaux venceu nesta quinta-feira, 26, um jogo decisivo diante do Marcílio Dias pela penúltima rodada do quadrangular do rebaixamento do Campeonato Catarinense 2026 e embolou a briga contra o descenso. O Vovô bateu o Marinheiro por 2 a 1 na Arena Simon, com gols de Cássio e Erverson. Kaíque Maciel descontou.
As duas equipes tiveram jogadores expulsos: primeiro Miguel Silva, do Marcílio, e depois Carlos Henrique, do Renaux. O Vovô recebeu um cartão vermelho em todos os jogos do quadrangular.
As duas equipes dividem a liderança do quadrangular com dez pontos, mas o Marcílio tem vantagem no saldo de gols (+3 contra 0). Apenas o primeiro colocado se salva. O Figueirense tem quatro pontos e ainda pode sonhar com a permanência desde que vença o Joinville, já rebaixado, nesta sexta-feira, 27, fora de casa.
O jogo teve o maior público do Renaux como mandante no campeonato, com 832 torcedores. A torcida do Marcílio Dias, porém, lotou o seu espaço, com cerca de 500 pessoas.
O técnico André Horta manteve a mesma escalação do Carlos Renaux que venceu o Joinville. Já Emerson Cris trocou o esquema de três zagueiros do Marcílio Dias para um 4-3-3, com o atacante Felipe Cruz entrando no lugar de Marcelo Sousa.
Apesar de um esquema tático teoricamente mais ofensivo, o Marcílio apostou nos contra-ataques no primeiro tempo, e o Renaux teve a iniciativa desde início, apesar de demorar para criar chances claras devido a erros de tomada de decisão.
A primeira boa ocasião do Renaux veio aos 13. Após cobrança de escanteio de MT, Rocha subiu alto e cabeceou bem, mas Cavichioli salvou o Marcílio. Já o Marinheiro assustou aos 21. Depois de uma dividida dentro da área, Felipe Baiano ficou com a bola e chutou forte, porém Edson espalmou. Apenas na bola parada o time de Itajaí conseguiu chegar bem.
Já o Renaux buscava articular jogadas, principalmente pela direita. Aos 25, após ótima jogada por aquele lado, Arouca cruzou e encontrou Cássio livre, mas o atacante pegou mal na tentativa de voleio.
O Renaux tentava ser um time propositivo para articular o jogo com calma, mas o gol acabou vindo após uma bola roubada no meio-campo aos 34. MT tabelou e finalizou da entrada da área, em cima da marcação. No rebote, Cássio mandou no canto direito de Cavichioli, sem chances para o goleiro: 1 a 0. Foi a primeiro gol do atacante, um dos poucos remanescentes da campanha do acesso, no campeonato.
O gol acabou abrindo mais espaços para o Renaux atacar e a equipe aproveitou. Aos 38, em um contra-ataque puxado desde o meio-campo, Erverson ganhou de Victor Guilherme e invadiu a área, mas acabou decidindo mal e finalizando para longe.
Novamente na bola parada, o Marcílio esteve perto do empate, aos 43. Após cobrança de falta na área, a zaga do Renaux afastou parcialmente e Felipe Baiano pegou de primeira no rebote, mas mandou sobre o gol.
Quem marcou, no entanto, foi o time da casa. Aos 45, em contra-ataque puxado pelo meio, o Marcílio Dias se abriu e Erverson partiu livre pelo meio após passe de Ruan. Na cara do gol, o camisa 9 deslocou o goleiro e fez 2 a 0. Inicialmente, a arbitragem marcou impedimento, mas o centroavante estava claramente em posição legal.
Para a segunda etapa, o técnico Emerson Cris promoveu uma mudança no Marcílio Dias, com a entrada do volante Roldan no lugar do atacante Zé Carlos.
O Marcílio voltou para a segunda etapa tentando cadenciar mais o jogo e ter a bola para evitar ser pressionado. A primeira chance do time visitante veio aos 7. No rebote de cobrança de falta, Roldan recebeu na entrada da área e chutou colocado, por cima.
O Renaux, que buscava ainda um gol para superar o rival na classificação, tentava explorar os espaços na transição. Aos 10, em jogada rápida pela esquerda, Erverson disparou e descolou chute cruzado, que passou raspando a trave esquerda de Cavichioli.
O Marcílio voltou a chegar aos 12. Cesinha recebeu na entrada da área, limpou a marcação e chutou forte de canhota, muito perto do ângulo. Emerson Cris seguiu fazendo alterações na equipe e, em jogada de dois jogadores que vieram do banco, o Marinheiro conseguiu um valioso gol.
Aos 28, após vacilo de Arouca, Miguel Silva roubou a bola e lançou Kaíque Maciel, que, na cara do goleiro, não desperdiçou a chance e descontou para o Marinheiro.
Após descontar o marcador, o Marinheiro se encheu de confiança e parecia o time mais provável a marcar o próximo gol, mas um lance aos 35 mudou o jogo. Em uma jogada no campo de ataque, Miguel Silva chegou atrasado em cima de Mococa e acabou recebendo o vermelho direto, deixando o Marcílio com um a menos.
Com um a mais, André Horta tirou os dois laterais para as entradas do volante Mello e do centroavante Jefferson Tavares, buscando ampliar a vantagem. O time, no entanto, não conseguiu grandes oportunidades com 11 x 10.
O Renaux ainda acabou tendo Carlos Henrique expulso aos 53, por uma falta fora do lance. O jogador recebeu o segundo cartão vermelho em dois jogos pelo Vovô, ambos saindo do banco. No entanto, a segunda vitória consecutiva foi confirmada e a equipe vai à última rodada ainda com chances de permanência.
Na rodada final, ainda em data a confirmar, o Marcílio Dias recebe o rebaixado Joinville, enquanto o Carlos Renaux joga no Orlando Scarpelli diante do Figueirense.
Caso o Furacão não vença o JEC nesta sexta-feira, 27, também entrará em campo na rodada final com o rebaixamento decretado.
Carlos Renaux: Edson; Arouca (Mello, min. 40/2ºt), Tiago, Rocha, Zamora (Jefferson Tavares, min. 40/2ºt); Vitor Carré, Ruan (Keven, min. 28/2ºt), MT; Mococa, Cássio (Carlos Henrique, min. 14/2ºt), Erverson. Técnico: André Horta
Marcílio Dias: Matheus Cavichioli; Victor Guilherme, Reginaldo, Luan, Jonathan Lisboa (Vitinho, min. 44/2ºt); Guilherme Kanté, Felipe Baiano (Miguel Silva, min. 22/2ºt), Cesinha; Zé Carlos (Roldan, intervalo), Lucas Batatinha, Felipe Cruz (Kaíque Maciel, min. 22/2ºt). Técnico: Emerson Cris
Gols: 1-0, min. 35/1ºt, Cássio. 2-0, min. 46/1ºt, Erverson. 2-1, min. 29/2ºt, Kaíque Maciel
Amarelos: Ruan (CAR); Guilherme Kanté, Jonathan Lisboa, Vitinho, Roldan (MAR)
Vermelhos: Carlos Henrique (CAR); Miguel Silva (MAR)
Arbitragem: Cinésio Mendes Júnior (FCF), auxiliado por Alex dos Santos (CBF) e Mauro Ricardo Oliveira Alves da Luz (CBF). No VAR, Wagner Reway e Eder Alexandre
Público: 832 torcedores
Renda: R$ 16.450

Debate realizado em Salvador (BA) sobre a regulamentação do trabalho por aplicativo inaugurou, nesta quinta-feira (26), o programa Câmara pelo Brasil. A iniciativa do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), visa estreitar os laços da Casa com o cidadão e aproximar a atividade parlamentar das realidades regionais. O evento ocorreu na Câmara Municipal da capital baiana, sob a coordenação do deputado Leo Prates (PDT-BA).
“Salvador, como a primeira capital do Brasil, está pela primeira vez recebendo o projeto Câmara pelo Brasil. Eu tenho muito orgulho de ter participado – junto com o deputado Da Vitoria (PP-ES) e o deputado Hugo Motta – da gestação desse projeto", disse Leo Prates.
Prates também agradeceu o presidente da Câmara Municipal, vereador Carlos Muniz, por receber os deputados federais. "Muito desse projeto tem a ver com Câmara Itinerante, que é um projeto da Câmara de Salvador que roda os bairros. Então, a ideia é que o Câmara pelo Brasil rode as cidades com os principais debates da Câmara e aproxime a Câmara da população”, disse o deputado.
Aplicativos
Leo Prates é vice-presidente da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o Projeto de Lei 152/25, sobre regulamentação dos trabalhadores por aplicativo. As estimativas mostram que existem hoje cerca de 1,7 milhão de motoristas e 500 mil entregadores que utilizam essas plataformas para trabalhar.
O texto foi o foco de três audiências públicas em Brasília, reunindo representantes de trabalhadores, empresas, governo e Justiça. O tema é alvo de vários questionamentos no Supremo Tribunal Federal (STF). O relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), prometeu apresentar seu texto final, em cerca de duas semanas, para votação na comissão especial. A expectativa é de votação em Plenário em março ou abril.
“Hoje é a terra de ninguém: os aplicativos impõem a forma que querem tratar os trabalhadores, exigem o que querem, pagam como querem. Isso acontece porque falta uma legislação que trate desse assunto. Que é exatamente o que nós estamos tentando fazer”, disse Coutinho.
Ele afirmou que o relatório vai buscar a garantia de direitos dos trabalhadores – como transparência de valores, seguro de acidentes ou de vida e aposentadoria – sem custos excessivos que inviabilizem os investimentos das plataformas e a geração de novos empregos.
Reclamações
A audiência em Salvador registrou muitas reclamações de motoristas de aplicativos sobre a atuação das plataformas. O motorista Cláudio Sena deu um exemplo.
“Agora no Carnaval, a Uber cobrou de uma passageira R$ 310 no black da Barra para o aeroporto. E para o motorista aparecendo R$ 175. Eu tenho esse print lá para fazer uma publicação. Como pode um negócio desse?, questionou.
Alguns motoristas também se queixaram do projeto em análise na Câmara dos Deputados. O coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Motoristas de Aplicativos, deputado Daniel Agrobom (PL-GO), garantiu que está atento às reivindicações da categoria.
“Se não vier um relatório em que vocês, trabalhadores, sejam realmente valorizados, nós não vamos aceitar. A frente parlamentar tem um bom número de deputados: se for preciso levar isso para o Plenário, nós vamos levar. O nosso intuito é trabalhar o máximo possível para que essa regulamentação aconteça, mas que ela aconteça trazendo como ponto principal a valorização do trabalhador”, disse.
Além de ampliar a interlocução entre o Legislativo e a sociedade, o programa Câmara pelo Brasil busca contribuir com a formulação de políticas públicas mais eficazes, fortalecer o processo legislativo e melhorar a percepção da população sobre o trabalho parlamentar.
Motoristas de aplicativos reclamaram da atuação das plataformas e questionaram projeto que aguarda votação na Câmara Leia mais "Programa Câmara pelo Brasil é inaugurado em Salvador com debate sobre trabalho por aplicativo"
Deputados e senadores da CPMI do INSS afirmaram nesta quinta-feira (26) que a família Camisotti movimentou, no esquema de descontos ilegais sobre aposentadorias e pensões, valores muito superiores aos atribuídos a Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS” – apontado até então como o maior operador financeiro do caso. Parlamentares também classificaram Paulo Camisotti (filho do empresário Maurício Camisotti, acusado de envolvimento na fraude) como herdeiro e peça central da estrutura montada pela família para operar o que chamaram de “império do crime”.
Paulo Camisotti compareceu à comissão mista de inquérito na condição de testemunha, segundo o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG). Amparado por um habeas corpus, o depoente permaneceu em silêncio diante de diversas perguntas feitas pelos parlamentares. Durante a oitiva, houve pedidos dos integrantes da CPMI para que ele deixe a condição de testemunha e passe a ser investigado.
O relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), afirmou que o foco no "Careca do INSS" acabou desviando a atenção dos parlamentares sobre a família, que teria movimentado valores cinco vezes maiores do que ele. Segundo o deputado, três entidades investigadas teriam repassado juntas mais de R$ 800 milhões, sendo que cerca de R$ 350 milhões teriam chegado diretamente a empresas ligadas aos Camisotti.
"Essa família é três, quatro vezes, cinco vezes, melhor falando, mais forte do que o Careca do INSS. Botaram o nome do Careca do INSS e a gente ficou repetindo que ele era o maior operador financeiro. Mas lembrem desse nome: Camisotti. Nessa operação aqui, foi cinco vezes maior", declarou.
Gaspar também defendeu a mudança de status do depoente. "Que ele saia daqui como investigado e seja preso", afirmou.
Empresas suspeitas
O relator destacou ainda que Paulo Camisotti figura como presidente ou representante de mais de 20 empresas. Entre elas estão a Benfix, a Brasil Dental Serviços Compartilhados e a Rede Mais Saúde, apontadas em investigações como destinatárias de recursos de associações que operavam descontos sobre benefícios do INSS.
Segundo Gaspar, isso em tese indicaria um empresário bem-sucedido, mas o depoente não explicou quais são as atividades dessas empresas, apesar da movimentação de cifras milionárias apontadas na investigação.
Ao ser questionado sobre a relação dele ou de suas empresas com as associações, Camisotti respondeu apenas: “Vou permanecer em silêncio”. Repetiu a frase ao ser perguntado sobre cargos, vínculos societários e outros pontos considerados informativos pelos parlamentares.
Paulo Camisotti depôs nesta quinta-feira na comissão como testemunha Leia mais "Parlamentares de CPMI afirmam que família Camisotti recebeu mais dinheiro que ‘Careca do INSS’"Um caminhão tombou às margens da rodovia Gentil Battisti Archer (SC-108), em Nova Trento, no fim da tarde desta quinta-feira, 26.
Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), a pista está interditada para a retirada do veículo.
O caso aconteceu por volta das 17h, no quilômetro 143,5. Não houve feridos nem outro veículo envolvido.
Um vídeo que mostra o caminhão caído na via foi enviado por um leitor ao jornal O Município.

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que regulamenta a assistência integral à saúde de presos, priorizando o uso da telessaúde e o atendimento dentro das unidades prisionais.
O texto aprovado atualiza a Lei de Execução Penal para prever o uso de novas tecnologias de telemedicina e garantir que o deslocamento dos presos ocorra apenas quando os recursos locais forem insuficientes.
Pela proposta, atendimentos externos que não sejam de urgência ou emergência deverão ser previamente agendados, seguindo as mesmas regras de regulação aplicadas aos demais cidadãos. Já nos casos de urgência, o atendimento seguirá protocolos de estratificação de risco e ordem de chegada, sem privilégios para o apenado.
O projeto também assegura assistência humanizada à gestante e garante à criança em berçário prisional o acesso a políticas públicas como vacinação e triagem neonatal. O texto estabelece que o descumprimento injustificado de orientações de saúde por parte da mulher em relação à criança sob seu cuidado passará a ser considerado falta grave.
Alta periculosidade
Para presos de alta periculosidade, a direção do presídio poderá solicitar medidas especiais de segurança nos estabelecimentos de saúde, como acessos diferenciados e salas de espera específicas, para reduzir riscos à população e aos profissionais.
A relatora, deputada Adriana Ventura (Novo-SP), destacou que a medida, prevista orginalmente no Projeto de Lei 2560/15, do deputado João Campos (Republicanos-GO), busca eficiência e segurança, reduzindo gastos com escoltas e o tempo de permanência do preso fora do ambiente prisional.
A versão aprovada é o substitutivo da relatora, que incluiu medidas específicas para pré-natal e saúde da mulher e para casos excepcionais de presos de alta periculosidade.
“A telemedicina apresenta-se como alternativa, desde que haja recursos tecnológicos adequados”, afirmou a parlamentar, ressaltando ainda que o atendimento deve ocorrer nos mesmos moldes aplicados a qualquer cidadão que recorre ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Proposta segue em análise na Câmara Leia mais "Comissão aprova novas regras para atendimento de saúde a presos e uso de telemedicina"Canal TV BRICS
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