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O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS) foi instalado nesta segunda-feira (9) com novos integrantes. Eles tomaram posse para um mandato de dois anos e elegeram as conselheiras Patrícia Blanco como presidente e Angela Cignachi como vice-presidente do colegiado no período.
A nova composição do CCS foi aprovada na sessão do Congresso Nacional de 27 de novembro de 2025. Esta será a 7ª composição do conselho, previsto pela Constituição de 1988 e instituído pela Lei 8.389/91.
Composto por 13 membros titulares e 13 suplentes, o CCS representa diversos segmentos da sociedade, como empresas de rádio, televisão, imprensa escrita, engenheiros e cientistas da comunicação, profissionais de cinema e representantes dos trabalhadores e da sociedade civil. O mandato de conselheiro é de dois anos, sendo permitida uma recondução.
Entre as atribuições do Conselho de Comunicação está a produção de estudos, pareceres, recomendações e outras solicitações que lhe forem encaminhadas pelo Congresso Nacional a respeito do tema da comunicação social no Brasil. Sempre que um senador ou deputado federal quiser, pode enviar um projeto de lei para que o Conselho de Comunicação Social dê um parecer sobre o tema em questão.
Perfil da eleitas
A presidente e a vice-presidente do CCS foram eleitas por aclamação. Patrícia Blanco é especialista em liberdade de expressão, comunicação e educação midiática. É bacharel em relações públicas com pós-graduação em marketing, atua nas áreas de comunicação e relações governamentais desde 1990.
Foi vice-presidente do CCS na gestão anterior e atualmente é presidente executiva do Instituto Palavra Aberta, em que lidera iniciativas de combate à desinformação. Patrícia também integra a Comissão Permanente de Liberdade de Expressão do Conselho Nacional de Direitos Humanos e o Conselho de Ética do Conar.
"Estamos começando um mandato em um ano tão desafiador e tão complexo com eleições gerais, no qual os temas relativos à comunicação social farão parte de um debate extremamente importante para a manutenção dos espaços democráticos, principalmente para a manutenção da participação cidadã na politica nacional, no ambiente de discussões e de liberdade de expressão", afirmou Patrícia Blanco ao ser empossada.
Angela Cignachi Baeta Neves é mestre em Função Social do Direito pelo Centro Universitário Alves Faria, pós-graduada em Direito Eleitoral pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e bacharel em Direito pelo Centro Universitário de Brasília. Possui atuação no Contencioso Judicial e Administrativo nas áreas do Direito Eleitoral e Direito Público perante os Tribunais Superiores, com atuação constante em ações de controle concentrado e temas de repercussão geral em matéria tributária, perante o Supremo Tribunal Federal (STF).
Conheça os representantes do CCS por área e seus respectivos suplentes:
A Câmara dos Deputados começou a Ordem do Dia do Plenário e analisa agora requerimentos de urgência para projetos de lei. Entre os que podem receber urgência está o Projeto de Lei 6140/25, que torna obrigatória a divulgação do serviço Ligue 180 em notícias e informações relativas à violência contra a mulher veiculada em qualquer meio de comunicação.
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A Câmara dos Deputados começou a Ordem do Dia do Plenário e analisa agora requerimentos de urgência para projetos de lei. Entre os que podem receber urgência está o Projeto de Lei 6140/25, que torna obrigatória a divulgação do serviço Ligue 180 em notícias e informações relativas à violência contra a mulher veiculada em qualquer meio de comunicação. Mais informações em instantes Confira a pauta completa Leia mais "Deputados analisam pedidos de urgência para projetos de lei; acompanhe"A Câmara de Vereadores de Brusque decidiu revogar a lei que previa progressões de carreira aos servidores efetivos que poderiam chegar a supersalários. A lei havia sido alterada em dezembro de 2025. A autoria era da Mesa Diretora.
Um dos exemplos era o cargo de recepcionista. Hoje, o valor inicial é de R$ 7,5 mil. Ao final da carreira, o salário para esta função poderia chegar a R$ 25,5 mil, se o servidor que ocupa o cargo investisse na profissionalização acadêmica e chegar à classe IV.
A mudança na lei havia sido aprovada pelos vereadores por unanimidade em 11 de dezembro do ano passado. A sanção do prefeito foi assinada no dia 16.
A lei não afetaria salários de vereadores e comissionados, apenas dos servidores efetivos. O assunto foi trazido pelo Jornal Razão nesta segunda-feira, 9, e confirmado pela reportagem de O Município.
Antes da aprovação da mudança, os salários dos servidores evoluíam em níveis de A a O (15 níveis), com classes de I a IV. A progressão era a cada dois anos, de 4,5%.
A alteração ampliaria os níveis até S, ou seja, mais quatro níveis. As classes permaneceriam de I a IV. Porém, o aumento passaria a ser anual e de 6%.
O cargo de recepcionista é apenas um dos exemplos das funções que poderia chegar a supersalários no topo da carreira. No caso do cargo de procurador, o valor inicial é de R$ 12,2 mil. Ao final da carreira, o servidor que exerce a função poderia receber R$ 41,1 mil.
O salário de R$ 41,1 mil é para o procurador que chegar à classe IV, que trata, em resumo, da formação acadêmica do servidor. Porém, caso chegasse ao topo da carreira na classe I, que é a formação mínima, o salário poderia chegar a R$ 34,8 mil.
Em nota oficial divulgada nesta segunda-feira, a Câmara afirma que houve um equívoco de interpretação relacionada à tabela de progressão funcional, na qual, ao final da carreira, após mais de 18 anos de serviço, alguns servidores efetivos poderiam receber remuneração um pouco superior à prevista na tabela anterior.
A Casa afirma que "não houve qualquer manifestação ou apontamento de ilegalidade durante a tramitação do projeto". Segundo a nota, a proposta tratava exclusivamente da progressão funcional dos servidores efetivos e não de aumento salarial imediato.
“Contudo, visando maior diálogo e segurança jurídica, a Mesa Diretora, em conjunto, decidiu revogar a referida lei. A decisão busca possibilitar novas tratativas e negociações com o sindicato representativo da categoria, visto a proximidade da data base”, diz a nota.
Além disso, afirma que a reforma administrativa foi aplicada no âmbito do Legislativo, sem gerar impacto financeiro estimado em R$ 10 milhões. A Câmara afirma que o tramitou regularmente, passou por todas as comissões competentes, foi aprovado conforme o mérito administrativo interno e contou com análise da Procuradoria Jurídica, atendendo aos princípios da legalidade e da regularidade processual. e mesmo com a sansão do prefeito municipal, os vereadores por unanimidade optaram pela revogação.
Por fim, esclarece que o projeto tratava de ajuste na progressão funcional aplicável exclusivamente aos servidores efetivos e não aos vereadores e nem assessores.
Recepcionista
Jornalista
Procurador
Contador
O goleiro Nogueira foi o herói da classificação do Brusque para a semifinal do Campeonato Catarinense. O quadricolor venceu o Concórdia nos pênaltis neste sábado, 7, na Arena Simon, após uma partida dramática.
O Brusque empatou o jogo nos acréscimos da etapa final, igualando o placar em 1 a 1 com Álvaro. Nos pênaltis, o quadricolor acertou todas as cobranças. Pelo lado do Concórdia, foram quatro acertos. A quinta cobrança adversária parou nas mãos de Nogueira.
A noite era especial para o goleiro. Ele completou 150 jogos com a camisa do Brusque. Nogueira, carinhosamente apelidado pela torcida do Marreco como “São Nogueira”, afirma que a defesa do pênalti final tornou a noite ainda mais marcante para ele.
“Na roda, antes das cobranças, eu falei para eles que Deus tem uma história. Eu não sei qual é, mas é sempre melhor do que aquela que pensamos. Sempre tive fé que iria acontecer da forma que Ele queria. A partida, que já era especial, se tornou mais especial ainda”, disse.
Nogueira concedeu entrevista ao repórter Cláudio Santos, da Rádio Cidade, no término da partida. Ao deixar o gramado, a torcida do Brusque gritava o nome do goleiro, em comemoração ao protagonismo na partida.
O Brusque agora aguarda o vencedor do jogo entre Chapecoense e Criciúma, que acontece às 19h deste domingo, 8, na Arena Condá, em Chapecó. O time mandante inicia os 90 minutos em vantagem, pois venceu o primeiro duelo das quartas em Criciúma por 2 a 1.
Uma moradora de Brusque faturou R$ 10 mil no sorteio da Trivale neste domingo, 8. Ela foi a vencedora do segundo sorteio.
Ana Claudia Pedrini Vanelli, moradora do bairro Azambuja, foi a sortuda.
Além disso, um morador do bairro Águas Claras acertou no 30 Giros da Sorte e leva R$ 2 mil.
O prêmio principal, de R$ 500 mil, ficou com um apostador de Timbó.
2º sorteio (R$ 10 mil)
30 Giros da Sorte (R$ 2 mil)
Cléo Silva, ex-Brusque, foi o jogador vítima de racismo no jogo entre Santa Catarina e Barra neste sábado, 7, nas quartas de final do Campeonato Catarinense. A partida foi paralisada por quatro minutos, e o árbitro acionou o protocolo contra racismo.
De acordo com a súmula do jogo, o árbitro Gustavo Ervino Bauermann relatou que Cléo Silva, que joga pelo Barra, o informou que um torcedor do Santa Catarina proferiu ato de racismo, o chamando de “macaco”.
A etapa 1 do protocolo prevê a interrupção da partida. Assim que o árbitro é informado sobre o possível crime de racismo, ele faz um gesto de “x” com os braços e o jogo é paralisado. Foi o que ocorreu no duelo entre Santa Catarina e Barra.
O caso aconteceu nos acréscimos do segundo tempo. Atletas que estavam no banco de reservas, de ambas as equipes, começaram a discutir com a torcida do Santa Catarina. As outras duas etapas, de suspensão e de cancelamento do jogo, não foram executadas.
O juiz acrescentou que não foi apresentado boletim de ocorrência sobre a denúncia após o fechamento da súmula. Porém, por meio de nota oficial, o Barra informou que o torcedor foi identificado e que Cléo Silva registrou o boletim após a partida, "formalizando a denúncia para que o infrator responda criminalmente pelos seus atos".
"Entendemos este como um ato isolado de um criminoso, que não representa a instituição Santa Catarina Clube, nem sua torcida em geral. O racismo não cabe no futebol, na sociedade e não será tolerado pelo Barra. O clube segue prestando todo o apoio jurídico e psicológico ao atleta", escreveu o time de Balneário Camboriú na nota.
O protocolo contra racismo foi aprovado no 74º Congresso da Fifa em Bangkok, Tailândia, em maio de 2024. De acordo com a federação, o gesto foi criado para capacitar jogadores, membros da comissão técnica e árbitros a se posicionar contra o racismo.
Ao cruzar os punhos, os jogadores podem sinalizar diretamente ao árbitro que estão sendo alvo de abuso racista, o que leva ao início do protocolo que pode ter até três etapas.
Dentro de campo, o Barra venceu o Santa Catarina por 1 a 0, no estádio Alfredo João Krieck, em Rio do Sul. O jogo de ida havia terminado empatado em 1 a 1. Na volta, fora de casa, o time de Balneário Camboriú levou a melhor em um jogo recheado de polêmicas.
O gol aconteceu no final do duelo. O VAR foi acionado para análise de possível toque de mão na origem da jogada, mas o juiz manteve o gol. O Santa Catarina chegou a empatar, mas o VAR anulou após identificar impedimento.
O Barra se classificou para a semifinal do Catarinense e aguarda o próximo adversário. Já o Santa Catarina, com a eliminação, vai disputar as quartas de final da Taça Acesc 70 anos.
A segunda edição do Festival de Verão movimenta Brusque neste fim de semana, no Centro de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof, o pavilhão da Fenarreco.
A programação que começou na sexta-feira, 6, segue até domingo, 8, com atrações musicais, opções de chope artesanal e gastronomia.
A entrada é gratuita. O evento comercializa um copo personalizado por R$ 10 e não utiliza copos descartáveis.
O público também pode levar seu próprio copo, desde que não seja descartável nem de vidro.
Após a abertura na sexta-feira, o festival continua neste sábado, 7, com atividades desde a manhã.
Os portões foram abertos às 11h, com apresentação do DJ Gilson Machado. À tarde, o público acompanhou o show do cantor country Eduardo Baron, às 14h, e a apresentação do grupo Ciclos 5, às 17h30, com covers de Raimundos, Charlie Brown Jr., Detonautas e CPM 22.
A programação segue na noite deste sábado com foco na música sertaneja. A dupla Junior e Jovane sobe ao palco às 20h30. Em seguida, às 23h, o cantor Joni Lopes encerra as atrações do dia.
No domingo, 8, o Festival de Verão entra em seu último dia. O DJ Gilson Machado abre a programação às 11h. Às 13h30, o Trio Fazzenda se apresenta e, às 17h, a banda NBLA fecha o evento com um show especial em homenagem aos Mamonas Assassinas.
Mais informações estão disponíveis no Instagram oficial do Festival de Verão(@festivaldeveraobq).
A partir desta segunda-feira, 9, estará liberada a faixa da direita da avenida Dom Joaquim, nas proximidades da rotatória da Figueira e do Supermercado Archer, permitindo que os veículos sigam em frente em direção à avenida Getúlio Vargas.
A alteração ocorre após a liberação parcial da avenida Primeiro de Maio e resulta de análises técnicas realizadas pela secretaria de Trânsito e Mobilidade (Setram).
Os levantamentos apontaram sobrecarga na faixa da esquerda da avenida Dom Joaquim, enquanto o fluxo com destino à rua Azambuja apresentou redução. Com isso, a faixa da direita volta a ser uma alternativa para melhor distribuir o tráfego e diminuir filas, sobretudo no trecho entre a região da Figueira e a rua Augusto Bauer.
A decisão considera o comportamento atual do tráfego e a necessidade de ajustes operacionais para melhorar a circulação no corredor.
“Com a redução do volume de veículos que acessam a rua Azambuja, identificamos a possibilidade de reativar a faixa da direita da avenida Dom Joaquim para seguir em frente em direção à avenida Getúlio Vargas”, afirma o secretário interino de Trânsito e Mobilidade, Roberto Carlos Marques.
“A mudança permite distribuir melhor o fluxo e reduzir as filas, especialmente nos horários de maior movimento. Toda a sinalização necessária será ajustada ainda no domingo à noite para que, na segunda-feira pela manhã, os motoristas já encontrem a nova configuração em funcionamento”, completa.
A Secretaria de Trânsito e Mobilidade orienta os condutores a redobrarem a atenção à sinalização horizontal e vertical instalada no local e a respeitarem as indicações durante o período de adaptação.
Bruno Fernando de Paula, encontrado morto dentro de um carro no bairro Guarani, em Brusque, na noite da sexta-feira, 6, será sepultado no cemitério Parque da Saudade, às 9h deste domingo, 8. A informação foi apurada e confirmada pelo jornal O Município.
Ele tinha 32 anos e deixa a esposa e dois filhos. Natural de Londrina (PR), Bruno residia no Guarani e trabalhava como tecelão em Guabiruba.
A Polícia Civil registrou o caso como morte natural, pois não havia indícios de violência. No momento, exames estão sendo realizados para determinar a causa da morte.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 19h45. O veículo estava estacionado na rua Orides Schwartz.
Moradores de Brusque podem receber multa de até R$ 1,5 mil por perturbação causada por som alto. A penalidade passa a valer após a prefeitura e a Polícia Militar integrarem seus sistemas para otimizar os processos de infrações.
O novo procedimento foi divulgado em vídeo nas redes sociais pelo prefeito de Brusque, André Vechi (PL). De acordo com ele, a Polícia Militar atendeu mais de 2,6 mil ocorrências relacionadas à perturbação do sossego alheio em 2025.
“Sabe o que acontecia com toda essa papelada? Demorava, porque era burocrático demais, e toda essa espera fazia com que esse ato prescrevesse e o infrator saísse do processo como se nada tivesse acontecido”, diz.
Segundo Vechi, a integração dos sistemas ocorre a custo zero e busca dar mais dinamismo ao processo, com menos burocracia. Em seguida no vídeo, o comandante da Polícia Militar de Brusque, tenente-coronel Pedro Machado, explica que, a partir de agora, a corporação passa a realizar a fiscalização administrativa relacionada ao som alto.
Após constatar a infração, o policial militar gera a infração administrativa de forma digital, que é automaticamente migrada para o sistema da prefeitura. “Dessa forma, a atuação da Polícia Militar se torna mais eficiente, tendo em vista que o processo administrativo municipal é muito mais rápido e eficaz”, afirma o comandante.
Pedro Machado explica que, caso o morador mantenha o som alto, receberá multa de R$ 500. Se houver reincidência no período de um ano, o valor triplica e chega a R$ 1,5 mil. De acordo com o prefeito, 90% do valor das multas será destinado à corporação, e os 10% restantes à Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema), para fortalecer o Programa de Silêncio Urbano (Psiu).
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