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O goleiro Nogueira foi o herói da classificação do Brusque para a semifinal do Campeonato Catarinense. O quadricolor venceu o Concórdia nos pênaltis neste sábado, 7, na Arena Simon, após uma partida dramática.
O Brusque empatou o jogo nos acréscimos da etapa final, igualando o placar em 1 a 1 com Álvaro. Nos pênaltis, o quadricolor acertou todas as cobranças. Pelo lado do Concórdia, foram quatro acertos. A quinta cobrança adversária parou nas mãos de Nogueira.
A noite era especial para o goleiro. Ele completou 150 jogos com a camisa do Brusque. Nogueira, carinhosamente apelidado pela torcida do Marreco como “São Nogueira”, afirma que a defesa do pênalti final tornou a noite ainda mais marcante para ele.
“Na roda, antes das cobranças, eu falei para eles que Deus tem uma história. Eu não sei qual é, mas é sempre melhor do que aquela que pensamos. Sempre tive fé que iria acontecer da forma que Ele queria. A partida, que já era especial, se tornou mais especial ainda”, disse.
Nogueira concedeu entrevista ao repórter Cláudio Santos, da Rádio Cidade, no término da partida. Ao deixar o gramado, a torcida do Brusque gritava o nome do goleiro, em comemoração ao protagonismo na partida.
O Brusque agora aguarda o vencedor do jogo entre Chapecoense e Criciúma, que acontece às 19h deste domingo, 8, na Arena Condá, em Chapecó. O time mandante inicia os 90 minutos em vantagem, pois venceu o primeiro duelo das quartas em Criciúma por 2 a 1.
Uma moradora de Brusque faturou R$ 10 mil no sorteio da Trivale neste domingo, 8. Ela foi a vencedora do segundo sorteio.
Ana Claudia Pedrini Vanelli, moradora do bairro Azambuja, foi a sortuda.
Além disso, um morador do bairro Águas Claras acertou no 30 Giros da Sorte e leva R$ 2 mil.
O prêmio principal, de R$ 500 mil, ficou com um apostador de Timbó.
2º sorteio (R$ 10 mil)
30 Giros da Sorte (R$ 2 mil)
Cléo Silva, ex-Brusque, foi o jogador vítima de racismo no jogo entre Santa Catarina e Barra neste sábado, 7, nas quartas de final do Campeonato Catarinense. A partida foi paralisada por quatro minutos, e o árbitro acionou o protocolo contra racismo.
De acordo com a súmula do jogo, o árbitro Gustavo Ervino Bauermann relatou que Cléo Silva, que joga pelo Barra, o informou que um torcedor do Santa Catarina proferiu ato de racismo, o chamando de “macaco”.
A etapa 1 do protocolo prevê a interrupção da partida. Assim que o árbitro é informado sobre o possível crime de racismo, ele faz um gesto de “x” com os braços e o jogo é paralisado. Foi o que ocorreu no duelo entre Santa Catarina e Barra.
O caso aconteceu nos acréscimos do segundo tempo. Atletas que estavam no banco de reservas, de ambas as equipes, começaram a discutir com a torcida do Santa Catarina. As outras duas etapas, de suspensão e de cancelamento do jogo, não foram executadas.
O juiz acrescentou que não foi apresentado boletim de ocorrência sobre a denúncia após o fechamento da súmula. Porém, por meio de nota oficial, o Barra informou que o torcedor foi identificado e que Cléo Silva registrou o boletim após a partida, "formalizando a denúncia para que o infrator responda criminalmente pelos seus atos".
"Entendemos este como um ato isolado de um criminoso, que não representa a instituição Santa Catarina Clube, nem sua torcida em geral. O racismo não cabe no futebol, na sociedade e não será tolerado pelo Barra. O clube segue prestando todo o apoio jurídico e psicológico ao atleta", escreveu o time de Balneário Camboriú na nota.
O protocolo contra racismo foi aprovado no 74º Congresso da Fifa em Bangkok, Tailândia, em maio de 2024. De acordo com a federação, o gesto foi criado para capacitar jogadores, membros da comissão técnica e árbitros a se posicionar contra o racismo.
Ao cruzar os punhos, os jogadores podem sinalizar diretamente ao árbitro que estão sendo alvo de abuso racista, o que leva ao início do protocolo que pode ter até três etapas.
Dentro de campo, o Barra venceu o Santa Catarina por 1 a 0, no estádio Alfredo João Krieck, em Rio do Sul. O jogo de ida havia terminado empatado em 1 a 1. Na volta, fora de casa, o time de Balneário Camboriú levou a melhor em um jogo recheado de polêmicas.
O gol aconteceu no final do duelo. O VAR foi acionado para análise de possível toque de mão na origem da jogada, mas o juiz manteve o gol. O Santa Catarina chegou a empatar, mas o VAR anulou após identificar impedimento.
O Barra se classificou para a semifinal do Catarinense e aguarda o próximo adversário. Já o Santa Catarina, com a eliminação, vai disputar as quartas de final da Taça Acesc 70 anos.
A segunda edição do Festival de Verão movimenta Brusque neste fim de semana, no Centro de Eventos Maria Celina Vidotto Imhof, o pavilhão da Fenarreco.
A programação que começou na sexta-feira, 6, segue até domingo, 8, com atrações musicais, opções de chope artesanal e gastronomia.
A entrada é gratuita. O evento comercializa um copo personalizado por R$ 10 e não utiliza copos descartáveis.
O público também pode levar seu próprio copo, desde que não seja descartável nem de vidro.
Após a abertura na sexta-feira, o festival continua neste sábado, 7, com atividades desde a manhã.
Os portões foram abertos às 11h, com apresentação do DJ Gilson Machado. À tarde, o público acompanhou o show do cantor country Eduardo Baron, às 14h, e a apresentação do grupo Ciclos 5, às 17h30, com covers de Raimundos, Charlie Brown Jr., Detonautas e CPM 22.
A programação segue na noite deste sábado com foco na música sertaneja. A dupla Junior e Jovane sobe ao palco às 20h30. Em seguida, às 23h, o cantor Joni Lopes encerra as atrações do dia.
No domingo, 8, o Festival de Verão entra em seu último dia. O DJ Gilson Machado abre a programação às 11h. Às 13h30, o Trio Fazzenda se apresenta e, às 17h, a banda NBLA fecha o evento com um show especial em homenagem aos Mamonas Assassinas.
Mais informações estão disponíveis no Instagram oficial do Festival de Verão(@festivaldeveraobq).
A partir desta segunda-feira, 9, estará liberada a faixa da direita da avenida Dom Joaquim, nas proximidades da rotatória da Figueira e do Supermercado Archer, permitindo que os veículos sigam em frente em direção à avenida Getúlio Vargas.
A alteração ocorre após a liberação parcial da avenida Primeiro de Maio e resulta de análises técnicas realizadas pela secretaria de Trânsito e Mobilidade (Setram).
Os levantamentos apontaram sobrecarga na faixa da esquerda da avenida Dom Joaquim, enquanto o fluxo com destino à rua Azambuja apresentou redução. Com isso, a faixa da direita volta a ser uma alternativa para melhor distribuir o tráfego e diminuir filas, sobretudo no trecho entre a região da Figueira e a rua Augusto Bauer.
A decisão considera o comportamento atual do tráfego e a necessidade de ajustes operacionais para melhorar a circulação no corredor.
“Com a redução do volume de veículos que acessam a rua Azambuja, identificamos a possibilidade de reativar a faixa da direita da avenida Dom Joaquim para seguir em frente em direção à avenida Getúlio Vargas”, afirma o secretário interino de Trânsito e Mobilidade, Roberto Carlos Marques.
“A mudança permite distribuir melhor o fluxo e reduzir as filas, especialmente nos horários de maior movimento. Toda a sinalização necessária será ajustada ainda no domingo à noite para que, na segunda-feira pela manhã, os motoristas já encontrem a nova configuração em funcionamento”, completa.
A Secretaria de Trânsito e Mobilidade orienta os condutores a redobrarem a atenção à sinalização horizontal e vertical instalada no local e a respeitarem as indicações durante o período de adaptação.
Bruno Fernando de Paula, encontrado morto dentro de um carro no bairro Guarani, em Brusque, na noite da sexta-feira, 6, será sepultado no cemitério Parque da Saudade, às 9h deste domingo, 8. A informação foi apurada e confirmada pelo jornal O Município.
Ele tinha 32 anos e deixa a esposa e dois filhos. Natural de Londrina (PR), Bruno residia no Guarani e trabalhava como tecelão em Guabiruba.
A Polícia Civil registrou o caso como morte natural, pois não havia indícios de violência. No momento, exames estão sendo realizados para determinar a causa da morte.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 19h45. O veículo estava estacionado na rua Orides Schwartz.
Moradores de Brusque podem receber multa de até R$ 1,5 mil por perturbação causada por som alto. A penalidade passa a valer após a prefeitura e a Polícia Militar integrarem seus sistemas para otimizar os processos de infrações.
O novo procedimento foi divulgado em vídeo nas redes sociais pelo prefeito de Brusque, André Vechi (PL). De acordo com ele, a Polícia Militar atendeu mais de 2,6 mil ocorrências relacionadas à perturbação do sossego alheio em 2025.
“Sabe o que acontecia com toda essa papelada? Demorava, porque era burocrático demais, e toda essa espera fazia com que esse ato prescrevesse e o infrator saísse do processo como se nada tivesse acontecido”, diz.
Segundo Vechi, a integração dos sistemas ocorre a custo zero e busca dar mais dinamismo ao processo, com menos burocracia. Em seguida no vídeo, o comandante da Polícia Militar de Brusque, tenente-coronel Pedro Machado, explica que, a partir de agora, a corporação passa a realizar a fiscalização administrativa relacionada ao som alto.
Após constatar a infração, o policial militar gera a infração administrativa de forma digital, que é automaticamente migrada para o sistema da prefeitura. “Dessa forma, a atuação da Polícia Militar se torna mais eficiente, tendo em vista que o processo administrativo municipal é muito mais rápido e eficaz”, afirma o comandante.
Pedro Machado explica que, caso o morador mantenha o som alto, receberá multa de R$ 500. Se houver reincidência no período de um ano, o valor triplica e chega a R$ 1,5 mil. De acordo com o prefeito, 90% do valor das multas será destinado à corporação, e os 10% restantes à Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema), para fortalecer o Programa de Silêncio Urbano (Psiu).
Uma mãe e a filha, que estavam em uma bicicleta, foram atropeladas por um carro na ciclofaixa no bairro São Luiz, em Brusque, no fim da tarde desta sexta-feira, 6. O Samu e o Corpo de Bombeiros foram acionados e prestaram atendimento à ocorrência.
Segundo apurado no local pela reportagem, a mãe precisou ser imobilizada em uma maca rígida pelo Samu, enquanto a filha não sofreu ferimentos aparentes. Ambas receberam atendimento dos socorristas.
O carro, um T-Cross branco, conduzido por uma mulher, seguia pela rua Felipe Schmidt e, ao convergir para a rua Carlos Gracher, acabou atingindo a bicicleta. A Polícia Militar também esteve no local.
Moradores informaram à reportagem que, próximo ao local, há uma placa indicando uma faixa elevada, mas que a estrutura não existe na rua, e sim uma faixa de pedestres. De acordo com eles, a situação faz com que veículos passem pelo trecho sem reduzir a velocidade.

O Projeto de Lei 709/25 altera o Código Penal para incluir como circunstância agravante da pena a prática de crimes sexuais e contra a vida cometidos por taxistas e por motoristas de aplicativos de transporte. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Segundo o autor, deputado Nelson Barbudo (PL-MT), o projeto constitui uma resposta principalmente aos casos de estupros de passageiros cometidos por motoristas de aplicativo noticiados pela imprensa.
Na avaliação do parlamentar, a relação entre passageiros e motoristas, que deveria ser de confiança, reveste-se de vulnerabilidade, especialmente no caso de mulheres e pessoas idosas.
“A legislação atual não prevê como agravante a condição de o agressor ser motorista de transporte privado, o que reduz a efetividade das punições e não leva em conta a vulnerabilidade da vítima no contexto do crime”, afirma o parlamentar.
Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.
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